sábado, 18 de junho de 2011

Um urso adormecido

Meu urso dorme, dorme como dormem os anjos e eu  velo seu sono protegendo-o de ruídos... (amo reticências). Será que acordará raivoso porque não lhe chamei para irmos ao mercado? Não sei, só sei que ele dorme tão pouco e que precisa muito descansar... Meu urso dorme... Amo esse homem!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Quinta-feira!!!

Hoje estou ensolarada por dentro: maridão em casa, trabalho com a família, tudo em paz. Não é um dia brilhante? Além do quê, o tempo está um luxo: clima de primavera na Europa, geladinho mas com sol! Acho que não sou daqui... Nasci no lugar errado...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Dia nublado

Dias nublados deixam alguns deprimidos, ouvi dizer... Eu, não. Fico sonolenta... queria poder ficar em casa, curtindo um livrinho, uma revista, o jornal... Tem coisa melhor que dormir um pouco mais, pois sem a claridade o corpo não reconhece a manhã... amo, amo, amo!!! Até o mar nesses dias torna-se especial... parece que é exclusivamente meu...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Poesia

A Borboleta azul

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.

As meninas sempre faziam muitas perguntas.

Algumas ele sabia responder, outras não.

Como pretendia oferecer a elas a melhor educação,

mandou as meninas passarem férias com um sábio

que morava no alto de uma colina.

O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta

que ele não saberia responder.

Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul

que usaria pra pegar uma peça no sábio.

- O que você vai fazer? - perguntou a irmã

- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar

se ela está viva ou morta.

Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.

Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.

E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!

As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.

- Tenho aqui uma borboleta azul.

Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

- Depende de você. Ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.

Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.

Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não).

Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul.

Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
Autor Desconhecido

A borboleta azul, poesia

A Borboleta azul

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.

As meninas sempre faziam muitas perguntas.

Algumas ele sabia responder, outras não.

Como pretendia oferecer a elas a melhor educação,

mandou as meninas passarem férias com um sábio

que morava no alto de uma colina.

O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta

que ele não saberia responder.

Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul

que usaria pra pegar uma peça no sábio.

- O que você vai fazer? - perguntou a irmã

- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar

se ela está viva ou morta.

Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.

Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.

E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!

As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.

- Tenho aqui uma borboleta azul.

Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

- Depende de você. Ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.

Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.

Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não).

Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul.

Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
Autor Desconhecido